O Centro Educativo das Lagoas, em Ponte de Lima, venceu o
primeiro prémio do concurso nacional Chef Fish da DECOJovem com uma receita de
bacalhau com pêssegos.
Beatriz Fernandes, do primeiro ano, Sérgio Trigueiro e
Lia Gonçalves, do terceiro ano, foram os alunos que conseguiram mais um prémio
a juntar aos muitos que o Centro Educativo das Lagoas tem vindo a colecionar em
quatro anos de existência. A entrega do prémio correspondente ao primeiro ciclo
decorreu ontem, 27 de abril, no Centro Educativo.
O concurso Chef Fish convidou os alunos a produzir vídeos
com receitas culinárias de pescado, revelando escolhas saudáveis e sustentáveis
no consumo de produtos do mar, e que demonstrassem respeito pelo oceano e seus
recursos.
Para participar neste concurso, os alunos com a ajuda dos
professores, constituíram equipas de três alunos e produziram vídeos com
receitas culinárias, com o objetivo de sensibilizar a comunidade escolar e
consequentemente as suas famílias, para a adoção de comportamentos mais
sustentáveis, enquanto consumidores.
No dia 26 de abril, a nossa escola recebeu a passagem dos
Testemunhos da Rota Eco-Escolas através da Escola Superior Agrária.
A iniciativa “Rota Eco-Escolas”, coordenada pela ABAE, e
com a parceria do Município de Ponte de Lima, integra-se na mobilidade
sustentável e visa alertar a comunidade escolar para a importância de uma
mobilidade mais segura, eficiente e inclusiva, através do envolvimento das
crianças e jovens, professores, assistentes e auxiliares, encarregados de
educação e Município.
Receber este símbolo foi muito importante para a nossa escola, pois é o reconhecimento de todo o trabalho que desenvolvemos em prol da Educação Ambiental e Sustentabilidade do nosso querido planeta.
No dia 11 de abril as turmas LJ3 e LJ4 participaram na experiência “Vejo ou Não Vejo?” no âmbito do projeto do NEPSO e da Fundação Ilídio Pinho: “Primeiras Pegadas Científicas”. O objetivo desta ação foi mostrar a diferença da passagem de luz nos diferentes meios, tais como, opaco, translúcido e transparente.
Fez-se uma comparação entre uma casa ecológica e os diversos materiais que a constituem.
As crianças responderem às seguintes perguntas: “O vidro utilizado nas janelas é transparente, translúcido ou opaco?”, “O material utilizado nas paredes é opaco transparente ou translúcido?” Ambas as salas mostraram grande interesse, curiosidade e participação.
Hoje foi o dia da Mãe Alice vir contar a história do Leonel e nós todos adorámos! Obrigada por nos ter contado e mostrado coisas tão bonitas e pelos bolinhos de côco com chocolate, estavam deliciosos!
Papás que ainda não vieram esperamos por vós para também contarem as nossas histórias para todos os amiguinhos da sala LJ1!!!
Um beijinho grande para a Alice!
No dia 20 de abril, os alunos da turma 5.º D foram a Moreira
do Lima conhecer a casa onde nasceu e viveu o soldado António de Sá Leones e
onde vive atualmente a sua sobrinha, a dona Conceição. Também conheceram o Sr. Luís,
sobrinho do nosso soldado.
Aqui fica o registo da visita.
Conclusões e reações da visita à casa onde nasceu e viveu o soldado
António de Sá Leones.
Os nossos agradecimentos à dona Conceição, à sua filha e ao senhor Luís.
Agradecemos também à Junta de Freguesia de Bertiandos pelo transporte.
No dia 20 de abril o Eng.º Paulo Pimenta foi
assistir à aula de Ambiente e Mundo Rural.
Os alunos mostraram ao Eng.º Paulo as
planificações dos futuros expositores do núcleo animal da Quinta de Pentieiros
e receberam da parte dele algumas orientações e apoio.
Agradecemos,
mais uma vez, a visita do Eng.º Paulo e aguardamos ansiosos a sua próxima
visita.
Hoje recebemos a visita de 61 idosos das seguintes
instituições:
-Casa da Caridade Nossa Senhora da Conceição
-Centro Comunitário de Refoios
-Santa Casa de Misericórdia de Ponte de Lima
-Centro Paroquial e Social de Beiral do Lima
-Centro Paroquial e Social da Correlhã
-Centro Paroquial e Social de Cepões-ALTI Cepões
-Centro Paroquial e Social de Calheiros
-Junta de Freguesia de Brandara
Foi com muito gosto que recebemos os utentes destes
Centros Sociais e Paroquiais. Com eles partilhamos saberes, pois a experiência
da idade não se transmite nos livros.
Hoje, dia 19 de abril, enviamos via email uma carta ao Arquivo Histórico Militar (entidade
que desenvolveu o Memorial aos Mortos na Grande Guerra) a pedir a alteração/correção do nome do soldado António de Lá Lemos
para António de Sá Leonesno Memorial aos Mortos na Grande Guerra.
Para saber mais
sobre o soldado António de Lá Lemos os alunos com a colaboração dos
pais/encarregados de educação entrevistaram o Sr. Presidente da Junta de
Freguesia de Moreira do Lima.
O Sr. Presidente
não tinha informações sobre o nosso soldado, mas ofereceu-nos um CD que irá
ajudar-nos a descobrir como é que se vivia na altura da 1.ª Guerra Mundial em
Moreira do Lima, a terra natal de António de Sá Leones. O Sr. Presidente da
Junta de Freguesia também se disponibilizou a ajudar-nos a fazer uma homenagem
ao soldado António de Sá Leones no final da nossa pesquisa.
Aqui fica o
registo da entrevista.
Os nossos
agradecimentos ao Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Moreira de Lima e aos
pais/encarregados de educação por toda a colaboração.
No
âmbito do tema “Um olhar sobre a Pegada Ecológica” e dos projetos Eco-Escola, Ilídio Pinho "Ciência na Escola", NEPSO e da Semana da Saúde do nosso Agrupamento que a nossa escola está a
trabalhar este ano letivo e do Dia da Terra, promovemos um dia dedicado à
comida vegetariana e vegan.
A alimentação humana mudou nas últimas
gerações. Consumimos cada vez mais proteínas de origem animal. Estudos recentes
da ONU e FAO (Órgão das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura)
demonstram que a alimentação humana atual é uma das maiores formas de
degradação e poluição ambiental existentes.
Todo o
processo de produção e consumo de carne, peixe, frangos, ovos, leite, porcos,
entre outros, destinados à alimentação humana são responsáveis por: produção de
grande parte dos gases que provocam o efeito estufa; destruição de florestas
originais e perda da biodiversidade; contaminação de rios, lagos, lençóis de
água, aquíferos e mares; contaminação do solo; exaustão e esgotamento das
fontes naturais de água potável; diminuição da capacidade nutricional de
alimentos vegetais; aumento da concentração de rendimento e consequente aumento
da pobreza; criação e manutenção de muitas doenças.
Todos
os animais produzem excrementos e/ou gases que emitem substâncias que provocam
o efeito estufa. Segundo a FAO, a criação desses animais é responsável pela
emissão de 18% dos gases do efeito estufa, número superior ao emitido pelo
setor de transportes.
Uma
das fontes de emissão de gases do efeito de estufa está no uso da energia até
que os produtos animais cheguem às nossas mesas.
Desde
a produção de grãos para consumo animal, o seu transporte, a criação, o abate,
o congelamento, o armazenamento, o processamento, o transporte refrigerado (ou
não), as arcas refrigeradas do supermercado e por fim as nossas arcas e
frigoríficos domésticos, são todos parte do processo de consumo de energia e
portanto emissores de gases do efeito estufa em potencial.
Para
produzir animais destinados ao nosso consumo, precisamos alimentá-los. Cerca de
metade da superfície agrícola da Terra tornou-se pasto, não se contabilizando a
área destinada à produção de grãos para ração.
A
produção de animais polui solo e rios com toneladas de excrementos diários e
matéria orgânica oriunda do abate. Com o uso de antibióticos e outras
substâncias, a contaminação torna-se mais perigosa, chegando à cadeia alimentar
humana por vias indiretas, como a ingestão de água e vegetais.
Sabia
que para produzir um quilo de carne de aves/galinha são necessários 2,8 a 4,5
litros de água, um quilo de carne de boi gasta 13,5 a 20,7 e carne de porco 4,6
a 5,9 litros de água.
Para
dinamizar este dia convidamos a dona Helena, vegetariana nos últimos 15 anos
que orientou as cozinheiras da nossa cantina na confeção do nosso almoço vegetariano,
esparguete com legumes e salsicha de soja e a sobremesa vegan, um creme
confecionado com cenoura e laranja.
Vejam a
nossa aventura pela cozinha vegetariana e vegan.
Durante a manhã do dia 14 de abril, realizamos uma campanha
solidária, no âmbito do da Semana da Saúde, com angariação de produtos
hortícolas e frutas para apoiar uma instituição de solidariedade de Ponte de
Lima e o Festival das Sopas da escola sede do nosso Agrupamento.
A nossa Campanha foi um sucesso, conseguimos muitas doações
de hortícolas, que foram entregues à Conferência de S. Vicente Paulo de Ponte
de Lima – Ao serviço dos pobres.
No
final do 1.º Período teve lugar na nossa escola a primeira recolha de Resíduos
de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (REEE) no âmbito das atividades de
recolha da Geração Depositrão, no qual a nossa escola recolher, aproximadamente,
3400 kg de resíduos desta natureza.
Nos
dias 14 e 18 de abril, concretizou-se uma nova recolha, garantindo-se assim o
encaminhamento adequado deste tipo resíduos, incluindo pilhas e acumuladores
portáteis e lâmpadas.
Assim,
a partir desta data, a nossa escola voltou a ganhar espaço, havendo lugar a
nova campanha de recolha no final do 3.º Período.
Se têm
alguns equipamentos elétricos e eletrónicos ao qual já não dão uso, seja porque
estão avariados ou obsoletos, tragam-nos até nós.
Obrigado
a todos aqueles que colaboraram. Continuamos a contar convosco!
A maior flor do mundo é
uma magnífica história para crianças. Transformando-se em personagem, o autor
conta-nos que uma vez teve uma ideia para um livro infantil e inventou uma
história sobre um menino que faz nascer a maior flor do mundo. Não se julgava
capaz de escrever para crianças, mas chegou a imaginar que, se tivesse as
qualidades necessárias para colocar a ideia no papel, ela resultaria
verdadeiramente extraordinária: "seria a mais linda de todas as que se
escreveram desde o tempo dos contos de fadas e princesas encantadas...".
É dessa fantasia de grandiosidade que nasce o livro. Os leitores são chamados
para uma divertida brincadeira, pois Saramago narra-lhes a história do menino e
da flor não como se ela fosse a história de verdade, mas como se fosse apenas o
esboço do que ele teria contado se tivesse o poder de fazer o impossível:
escrever a melhor história de todos os tempos.
Entrando no jogo com o autor, os pequenos leitores vão saber que ninguém nunca
teve nem terá esse poder. Vão saber também que a literatura é o lugar do
impossível: o menino desta história faz uma simples flor dar sombra como se
fosse um carvalho. Depois, quando ele "passava pelas ruas, as pessoas
diziam que ele saíra da aldeia para ir fazer uma coisa que era muito maior do
que o seu tamanho e do que todos os tamanhos". Como nos velhos livros de
literatura infantil, Saramago conclui: "E é essa a moral da
história".
No dia 13 de abril foi realizada, via Skype, uma
entrevista ao Sr. Manuel António Leones Peixoto familiar de António de Sá
Leones.
O Sr. Manuel pesquisou este tema com muita dedicação e
fez-nos vibrar com as suas partilhas e informações sobre o nosso soldado, António
de Sá Leones.
Como a ligação via Skype decorreu com alguns problemas
técnicos, o Sr. Manuel prontificou-se a vir a Portugal na próxima semana, assim
vamos ter o prazer de recebe-lo e partilhar com ele todos os seus
conhecimentos.
Aqui fica o registo da ligação.
Os nossos agradecimentos ao Sr. Manuel António Leones
Peixoto.
No dia 4 de abril a turma LJ3 participou na experiência “Como construir um filtro caseiro?” no âmbito do projeto do NEPSO e da Fundação Ilídio Pinho: “Primeiras Pegadas Científicas”. O objetivo desta ação foi consciencializar a turma para a importância de reutilizar a água.
Iniciou-se a experiência misturando na água materiais diversos (pedaços de madeira e papel, folhas secas, tinta e terra). Mostrou-se às crianças a água suja e perguntou-se: “Como podemos tornar esta água mais limpa?” Cada grupo levantou hipóteses que foram registadas. O passo seguinte consistiu em construir o filtro caseiro. Cortaram-se as garrafas a meio e colocou-se a parte do gargalo virado para baixo na outra metade da garrafa, como um funil. Colocou-se tecido a tapar o gargalo e atou-se com fio para que ficasse bem seguro. Posteriormente, colocou-se uma camada de algodão dentro do funil, depois uma de carvão em pó, areia e por fim as pedrinhas. De seguida, perguntou-se às crianças: “De que cor acham que a água se vai tornar?”, registando-se as respetivas respostas. Foi realizada a experiência vertendo a água suja para dentro do filtro e observando o que acontecia. No final, foram discutidos os resultados observados colocando a questão: “De que cor é que ficou a água depois de ser filtrada?”. As crianças responderem que a água tornou-se mais clara e mantiveram o interesse e entusiasmo durante toda a experiencia.